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Resenha de Álbum: Rob Zombie – The Great Satan reúne velhos parceiros para um álbum surpreendente

Resenha de Álbum: Rob Zombie – The Great Satan reúne velhos parceiros para um álbum surpreendente

Quando Rob Zombie decidiu seguir carreira solo após sair do White Zombie no final dos anos 90, ele levou consigo o guitarrista Riggs e o baixista Blasko. Esse trio permaneceu junto por alguns anos antes de cada um seguir seu caminho. Agora, com o retorno do baterista de longa data Ginger Fish, a dupla terrível está de volta à formação, e o sangue antigo realmente trouxe nova vida à banda. 'The Great Satan' é, sem dúvida, o melhor álbum de Rob Zombie em anos.

Embora os lançamentos anteriores tenham seus méritos, 'The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy', de 2021, foi uma oferta um tanto sem brilho, sem faixas realmente marcantes — algo que não pode ser dito desta vez. Os três singles do novo álbum – 'Punks And Demons', 'Heathen Days' e 'I'm A Rock N' Roller' – já deixaram isso claro antes mesmo do lançamento.

Mas a banda não coloca todas as cartas na mesa apenas nessas faixas. Basta ouvir a poderosa faixa de abertura 'F.T.W. 84' ou a marcante 'Black Rat Coffin' para perceber que o controle de qualidade está sendo levado a sério, e que o foco está em riffs pesados e refrões pegajosos, marca registrada do som de Rob Zombie.