Enquanto o I Prevail segue conquistando o mundo, Eric Vanlerberghe faz uma pausa para refletir sobre como chegou até aqui – de bolsas de estudo no beisebol a fábricas em Detroit – e se pergunta: “Como diabos isso aconteceu?”
Há uma linha do tempo alternativa em que Eric Vanlerberghe está diante de uma multidão, sob luzes intensas, mas em vez de um microfone, segura um taco de beisebol.
Ele sempre achou que esse era seu destino, algo já traçado, já que jogava desde os três anos de idade. Se isso não fosse seu ingresso para a universidade, ele não sabia o que seria. No fim, conseguiu uma bolsa de beisebol e foi estudar gestão esportiva, mas logo mudou de ideia. Tentou psicologia, mas também não era para ele. Talvez sociologia? Na verdade, não.
Acabou trabalhando em fábricas. Achava que ali seria seu lugar, nas indústrias de metal ou plástico de Detroit, trabalhando duro cinco ou seis dias por semana.
“Isso começou a me deprimir muito”, relembra Eric. “Pensar que eu nunca tive uma paixão forte para me levar para um lado ou para outro, ou me apontar a direção certa.”